Linha 9 (ou 6) até a estação Trocadéro. Cedo é de propósito — a praça enche rápido.
O ponto clássico de foto da torre, de frente para o Palais de Chaillot. Manhã cedo é o horário mais tranquilo.
O gramado aos pés da torre é ótimo para um piquenique com calma antes de subir. Para a Glaucia, levar itens sem glúten já verificados é mais seguro do que arriscar comida de rua sem certeza de contaminação cruzada.
Su Misura ou Tasca — ambos 100% sem glúten, a poucos minutos a pé. Detalhes abaixo.
Com a entrada só às 18:00, sobra uma tarde inteira de folga — bom momento para descansar ou voltar ao hotel antes do fim de tarde mais longo.
Entrada pelo portão "Visitors with tickets", nos jardins. Cheguem com 20–25 min de folga para os dois níveis de revista (perímetro dos jardins e antes do pilar).
674 degraus até o 2º andar, com parada no 1º andar no meio do caminho. Ingresso nominal: Gláucia (341262010176052580) e Diego (341262010176052691).
Ao descer, deem uma parada no gramado do Champ de Mars — dá tempo de pegar o primeiro "scintillement" do dia (por volta das 20:00, 20.000 lâmpadas piscando por 5 minutos) já de fora, vendo a torre de baixo pra cima.
Bateaux Parisiens (Port de la Bourdonnais) ou Vedettes de Paris (Port de Suffren) — os dois embarcam literalmente aos pés da torre, em lados opostos do rio. Como o scintillement se repete a cada hora até a meia-noite, ainda dá pra ver outro durante o passeio — dessa vez do rio.
17 Place du Trocadéro — dado o horário mais tarde, confirmem se ainda aceitam reserva a essa hora, ou tenham as opções sem glúten abaixo como plano B mais rápido. Pratos €34–65, entradas €19–56.
Construída para a Exposição Universal de 1889 com concessão de apenas 20 anos. O que a salvou foi a telegrafia sem fio: a partir de 1898 virou estação de rádio, e em 1909 ganhou uma instalação permanente. Por valor estratégico militar, a concessão foi renovada por mais 70 anos — e ela foi decisiva para interceptar mensagens alemãs na Primeira Guerra.
Da inauguração em 1889 até 1931, quando o Chrysler Building de Nova York (318 m) a superou.
A pintura cobre ~250.000 m² e usa 55 km de cabos de segurança — ainda feita manualmente com pincel, a mesma técnica da época de Gustave Eiffel. Já foram 20 campanhas de pintura em 136 anos.
O ferro se dilata com o calor: em dias de sol forte, uma das quatro faces esquenta mais que as outras e o topo descreve uma curva de até 15 cm de diâmetro. É um movimento natural e ínfimo, sem risco para a estrutura.