Iberia 5184, operado pela Vueling · check-in web `RMHN9Q`. O check-in online fecha 50 min antes da partida — não é obrigatório, mas evita fila no balcão.
1h50 de voo.
A estação "Aéroport d'Orly" da Linha 14 vai direto ao centro (Châtelet, Madeleine), sem baldeação — trem a cada ~95 segundos. Bilhete "Paris Région ↔ Aéroports": €14/pessoa, ~25 min até Châtelet, depois troca para chegar perto de Cadet.
44 Rue de Trévise, 9º arrondissement · PIN 9244.
Rue Cadet ou arredores — ver sugestões abaixo.
Com o cansaço da viagem, ver a fachada já é suficiente. Se quiserem entrar (€25/pessoa não-UE, até 15h30), saibam que o teto de Chagall no auditório hoje é mostrado por tablet de realidade aumentada — a plateia costuma estar fechada por ensaios.
40 Boulevard Haussmann, 8º andar · totalmente gratuito, sem reserva, todos os dias durante o horário da loja. Vista 360° — Torre Eiffel, Sacré-Cœur, Ópera Garnier.
Metrô até Anvers (Linha 2, com funicular subindo a colina) ou Abbesses (Linha 12, direto na praça). Fim de tarde/início de noite costuma ser mais tranquilo que o meio da tarde.
Sugestões completas abaixo.
Durante a construção do Palais Garnier (obras iniciadas em 1862), os engenheiros encontraram um lençol freático. Charles Garnier resolveu criando uma cuba de concreto cheia d'água para estabilizar o solo e impermeabilizar o edifício. Gaston Leroux se baseou nessa cisterna real para o cenário do romance de 1910 — a estrutura é engenharia pura, não um "lago místico".
Existia ali o Palais du Trocadéro, construído para a Exposição Universal de 1878, em estilo bizantino-mourisco. Foi demolido em 1935 por deterioração, dando lugar ao atual Palais de Chaillot (1937) — cujas alas curvas foram desenhadas de propósito para emoldurar a vista da Torre Eiffel.
No século XIX, o bairro reuniu artistas, escritores e músicos do círculo romântico parisiense — George Sand e Chopin entre os nomes associados à região, num quarteirão conhecido como Nouvelle Athènes.
O nome vem do bairro La Mouche, em Lyon, onde um estaleiro construía os barcos a partir de 1862 — chegaram a Paris só em 1867, para a Exposição Universal. Existe até uma lenda urbana de 1950, quando o fundador da empresa revivida inventou um personagem fictício para promover o nome — a farsa foi tão bem feita que autoridades parisienses discursaram na inauguração em homenagem a um "fundador" que nunca existiu.