O hotel não fica perto de nenhuma estação do RER C — peguem o metrô até Saint-Michel Notre-Dame (ou Invalides), de onde o RER C vai direto até Versailles Château Rive Gauche, sem baldeação, em 30–40 min.
Reserva `GYGG45QHKHQR` · PIN `zrgqUqpJ` · fornecedor Vox City International · 2 pax · idioma português.
Levem fone de ouvido próprio — o audioguia é pelo celular. Documento com foto e ingresso já baixado.
Como planejado — levar comida já é a opção mais segura para a Glaucia, já que não há confirmação de opções sem glúten certificadas dentro do domínio.
Sem Grandes Eaux Musicales hoje (só sáb/dom) — entrada livre nos jardins. O domínio completo soma cerca de 800 hectares.
Cerca de 1,5–2 km a pé do Palácio até o Grand Trianon. O Hameau de la Reine — a "aldeia" de mentirinha que Maria Antonieta mandou construir nos anos 1780, com casinhas de fazenda e moinho — ainda existe e é visitável, mas fica ainda mais além.
Mesma rota de volta. Cheguem com tempo de descansar antes da noite crítica pela frente.
Nada de jantar longo — amanhã acordam de madrugada. Seb Café (12 Rue Auber, ~€25, sem glúten) é rápido e perto da região da Ópera.
Confirmem com a recepção ou pelo app que o táxi está reservado para amanhã de madrugada.
Despertador para as 03:00. Amanhã é dia de voo cedo para Veneza.
O Salão de Espelhos tem 357 espelhos em 21 por arco, refletindo as 17 janelas do lado oposto. Luís XIV mudou a corte para Versalhes em 1682, tornando-a o centro real do reino até 1789 — motivado em parte pela aversão que tinha a Paris desde criança, quando fugiu da cidade durante a Fronda, a guerra civil de 1649.
Em 1685, mais de 36.000 pessoas trabalhavam simultaneamente nas obras do palácio — uma escala de construção civil rara para a época.
O Hameau de la Reine, construído nos anos 1780, tinha casinhas de fazenda funcionais, moinho e lago — a rainha e sua corte de fato simulavam vida rural ali. Ainda existe e pode ser visitado, mas não faz parte do bilhete básico do Palácio.