Liceu (L3) → baldeação em Diagonal ou Paral·lel → L5 ou L2 até Sagrada Família. Cerca de 20 min de trem com 1 baldeação. Saiam com folga para passar pela revista de bolsas.
Entrada pela Carrer de la Marina (lado da fachada da Natividade, acesso lateral moderno). Reserva `103406473` · € 52 o casal · 2 pax.
Metrô L5 + L3, ~15 min. Como é domingo e a Boqueria está fechada, o Eixample resolve — e ainda cobre a Glaucia. Sugestões abaixo.
Passeig de Gràcia, 43 · reserva GetYourGuide `GYGN6BZ84BZR` · PIN `2yN=E+4s` · 2 pax.
Passeig de Gràcia, 92 — poucos minutos a pé da Batlló, no mesmo trajeto. Vale parar para foto da fachada ondulada. Se quiserem entrar, o ingresso é a partir de €29/pessoa e não existe opção só do telhado — vem incluso em qualquer bilhete.
Os Bunkers exigem fôlego: metrô até Alfons X (L4) e depois uma subida de ladeira de verdade, ou ônibus V17 para reduzir a caminhada. O espaço fecha por volta das 18:30–19:30 — antes de escurecer de vez — então não dá para "ficar à noite" lá, só pegar o entardecer e descer antes do fechamento.
Repetir ou variar em relação a ontem — o bairro tem opções de sobra.
A partir de 1914 se dedicou exclusivamente ao templo, abandonou sua casa no Park Güell e passou a morar no próprio canteiro de obras, num quarto simples sem aquecimento, comendo pão, frutas secas e água.
Em 7 de junho de 1926 foi atropelado por um bonde na Gran Via. Por causa da aparência desleixada e falta de documentos, foi confundido com um mendigo e não recebeu socorro imediato — só foi identificado no dia seguinte. Morreu em 10 de junho de 1926, aos 73 anos, e está enterrado na cripta da própria Sagrada Família.
O projeto tem 18 torres no total (12 apóstolos, 4 evangelistas, Virgem Maria e Jesus Cristo). As dos evangelistas e da Virgem já estavam prontas desde 2023; a de Jesus Cristo, a mais alta, foi concluída em 2026. Ainda falta a fachada da Glória — a conclusão total do templo está prevista para 2032–2034.
A construção começou em 1882, projetada inicialmente pelo arquiteto diocesano Francisco de Paula del Villar, em estilo neogótico. Gaudí assumiu em 1883 e reinventou o projeto do zero.
A leitura mais popular do telhado é a lenda de Sant Jordi: escamas de dragão, a torre com cruz como espada, as varandas como caveiras de vítimas. Mas existe uma teoria alternativa, igualmente sem confirmação de Gaudí, de que o edifício inteiro representa o mar — as escamas seriam ondas, não pele de réptil.
O apelido do quarteirão brinca com o duplo sentido de "illa" (quarteirão e maçã, em referência à maçã da discórdia mitológica). Os três arquitetos — Puig i Cadafalch, Domènech i Montaner e Gaudí — competiam abertamente por quem construía a fachada mais ousada, a ponto de a imprensa da época satirizar os "excessos" estéticos da rua.