Acid Café (Verónica 9, 6 min) para café de especialidade, ou La Mallorquina na Puerta del Sol para a napolitana de chocolate quentinha, ~€2.
Km 0, o urso e o medronheiro, o relógio das doze uvas. De manhã cedo dá para fotografar sem multidão.
Entre pelo Arco de Cuchilleros — é o acesso mais bonito, e o desnível explica por que ele é tão alto de um lado.
Aberto 10:00–24:00. Vale 20 a 30 minutos pela arquitetura de ferro de 1916 — mas é reconhecidamente caro e lotado. Não é onde vocês devem almoçar.
A nave e a cripta são gratuitas (donativo sugerido de €1). O museu + cúpula custam €7–8 e é aí que está a vista de 360° sobre Madri.
Acontece quartas e sábados, das 11:00 às 14:00, na Puerta del Príncipe, Calle de Bailén. É um relevo contínuo — as sentinelas se trocam a cada ~30 min, então não existe "perder o horário".
São 12 min a pé do Palácio até a Plaza de la Cebada. Sugestões completas na seção "Onde comer".
Pausa com sombra e bancos entre o almoço e a fila do Palácio. A Plaza de Oriente tem as estátuas dos reis góticos que eram para estar no telhado do Palácio — foram descidas porque a rainha teria sonhado que o edifício desabava com o peso.
Acesso pelo Arco / Puerta de Santiago, Calle de Bailén, em frente à Calle Requena — dá para a Plaza de la Armería.
Com entrada às 17:00 e fechamento às 19:00, vocês têm cerca de 1h45 reais lá dentro. Não dá para ver tudo — priorizem.
15 minutos a pé, subindo pela Calle de Bailén e cortando pelo Parque del Oeste. Trajeto agradável no fim da tarde.
Entrada gratuita, mas com reserva (lotação de 30 pessoas, visita de até 30 min). O interior fecha às 20:00 — por isso a ordem é: dentro primeiro, pôr do sol depois.
É o ponto mais fotografado de Madri ao entardecer, e enche muito. Peguem lugar no muro do lago por volta das 19:50. O templo egípcio refletido na água com o céu alaranjado atrás é a foto do dia.
~5 minutos descendo pelo Parque del Oeste. A estação de metrô Plaza de España (linhas 2, 3 e 10) fica bem ali — o desvio não atrapalha o caminho até o jantar.
Plaza de España, 19, dentro do histórico Edificio España (1948–53, ex-prédio mais alto da Espanha, hoje também sede do Hotel Riu Plaza España). São 7.700 m² em 4 andares — a maior loja Zara do planeta, inaugurada em 2022.
Da Zara, metrô L3 de Plaza de España até Sol (~20 min) e desce para La Latina. Numa quarta-feira a rua é bem mais tranquila que no fim de semana — dá para improvisar de taberna em taberna.
São mais de 135.000 m² e 3.418 dependências — quase o dobro de cômodos de Buckingham ou de Versalhes. E é um dos pouquíssimos palácios oficiais de chefe de Estado no mundo abertos ao público: a família real espanhola não mora nele, vive na Zarzuela.
O antigo Alcázar dos Habsburgo, de madeira, pegou fogo na noite de Natal de 1734 e foi destruído. Felipe V, o primeiro Bourbon, aproveitou a tragédia para mandar erguer no mesmo terreno um palácio inteiro de pedra — nada de madeira, nunca mais.
O palácio guarda o único quarteto decorado de instrumentos Stradivari que existe no mundo: dois violinos, uma viola e um violoncelo, todos ornamentados, comprados por Carlos IV em 1775. Não existe conjunto igual em nenhum outro lugar do planeta.
Começou a ser construído no século II a.C. pelo rei Adijalamani de Meroé, na Núbia. Seria submerso pela Barragem de Assuã; como a Espanha ajudou a salvar Abu Simbel, o Egito doou o templo a Madri em 1968. Foi desmontado pedra a pedra, transportado e remontado aqui. Não é réplica.
A praça foi inaugurada em 15 de maio de 1620 e queimou três vezes — 1631, 1672 e 1790. Quem a reconstruiu foi Juan de Villanueva, o mesmo arquiteto do Museu do Prado. Tem 114 arcos e 377 balcões. Mas as figuras mitológicas coloridas da Casa de la Panadería foram pintadas por Carlos Franco em 1992.
Na sala dos fundos da Casa Labra, em 2 de maio de 1879, Pablo Iglesias e mais 24 pessoas fundaram o PSOE — o partido político mais antigo da Espanha ainda em atividade. A casa é de 1860 e conserva o balcão de zinco e as mesas de mármore originais.